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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Homem, predador de si mesmo

           Em pleno sec. XXI, nos deparamos com tal situação:  o considerado pulmão mundial, a floresta amazônica,  vem a cada dia que passa perdendo espaço não só como massa, mas também na consciência de cada ser humano que se beneficia a suas custas. Egoísta,  capitalista e manipulador, o homem faz com que o tempo de vida na terra esteja contado.
            Não conseguiríamos controlar tal ação completamente, entretanto, existem projetos voluntários que permitem acesso a todo e qualquer um fazer a sua parte. Sendo assim, se todos fiscalizassem o desmatamento diário que acontece debaixo de nossos olhos, promovendo a conscientização geral do meio em que vivem desde escolas primarias, alcançaríamos nosso objetivo da não exploração desenfreada de nossas florestas e em especial a Floresta Amazônica.
              Projetos intenaltas como 'Salve Amazônia , palestras, conscientizações, etc., nunca serão exageros ao tratar de tal exploração.
               Precisando de matéria prima,  ele considerado ate então o único ser racional, perde toda sua racionalidade visando apenas lucro e nem sempre seu próprio lucro, o que é pior, se submetendo a estragar e ou destruir aquilo que o pertence em prol de empresas capitalistas que não dão a minima importância a ele mesmo.                                 Ignorando todas as possibilidades de investimento a longo prazo para o bem geral, como plantar pra colher, o desmatador tem visado apenas o  barato, comodo e fácil,  destruindo nossa riqueza natural e irrelevando o fato de estar se auto destruindo, ao acabar com aquilo que pertenceria a parte deles, ou seja, seus descendentes.
                  Racionalidade não pode ser fragmentada! Se tao bons somos para solucionar aquilo que nos satisfaz,  em menor preço, com absoluta certeza somos capazes de solucionar os problemas que temos enfrentado. Acordar... despertar... evoluir... isso é o que espero para o ser humano de hoje. Como diria Elisa Lucinda em seu texto ''Só de sacanagem'': ''Sei que não da pra mudar o começo mas se a gente quiser,  vai dar pra mudar o final!''

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